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Parcerias

A Clínica Escuta Analítica e o Instituto Tempos Modernos realizam trabalhos em parceria com Escolas e outras Instituições para o melhor desenvolvimento dos professores, alunos, direção , pais, funcionários.
Sabemos que não somente casa, comida , educação e esporte são fundamentais para o desenvolvimento sadio do sujeito. Nosso trabalho é oferecer um lugar diferenciado para que os sujeitos saibam a importância de ser falantes e também quais são as consequências disto, em sua vidas. Descobrindo que seu destino não está pré-escrito a pessoa pode ser responsável pela própria felicidade.

As escolas e os órgãos que atendem crianças e que estão investindo em cursos e palestras de Orientação Psicanalítica, têm obtido excelentes resultados junto ao corpo docente tendo, consequentemente, um melhor desempenho dos alunos. E não falamos somente de desempenho escolar mas de maior qualidade de vida em casa, com os pais e também em seus grupos de amigos.

Trabalho sobre a Violência

PARCERIA DO INSTITUTO TEMPOS MODERNOS E OAB/SP

Foi com grande sucesso que realizou-se o Painel: "A resposta do inconsciente à violência - A SUBJETIVIDADE DA CRIANÇA ATRAVÉS DA ESCRITA E DO DESENHO", nos dias 27 e 28 de novembro de 2001 no Espaço Cultural da OAB/SP.

O evento foi resultado de uma parceria do Instituto Tempos Modernos com a Subcomissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/SP.

O objetivo do trabalho foi fazer uma leitura psicanalítica dos desenhos e textos apresentados por crianças de 7 a 10 anos matriculadas no ensino fundamental, moradoras de uma região bastante violenta da cidade de São Paulo.

Este trabalho inicialmente foi proposto pela Coordenadora da Subcomissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Margaret de Souza para que as professoras de uma determinada escola pedissem a seus alunos para desenharem e ou fazer uma redação sobre uma frase: "João ficou triste…" , cada aluno então, falou de si mesmo. As psicanalistas Andreneide Dantas e Joaceri Merlin do Instituto Tempos Modernos fizeram uma leitura psicanalitica, pois a interpretação somente poderia ter sido feita com a presença da criança no consultório em análise.

Foi mostrado através dos desenhos e redações que elas não estão alheias ao que lhes acontece em casa, na escola e na rua.

As crianças vêem e ouvem o que acontece ao seu redor e muitas vezes por não encontrar palavras que dêem conta destes fatos se angustiam e somatizam. Revelam isto, apresentando os mais variados sintomas: desde a agressividade, violência, dificuldades escolares, depressões à dependências de drogas.

Se uma criança com essas dificuldades não é ouvida e tratada adequadamente torna-se um adulto desestruturado , engordando uma camada da sociedade que cresce a cada dia mais violenta.

A palavra é essencialmente humana, através dela articulada ao nosso desejo podemos provocar mudanças. São muitos os que repetem várias palavras e não sabem o que dizem, assim, vivem suas misérias cotidianas colocando-se como pobres coitados , atribuindo ao destino e aos outros seu sofrimento. Acreditando que nada podem fazer para mudar suas vidas.
Falar não é sem consequência e os ouvintes puderam sair tocados justamente porque puderam escutar.

Recentemente algumas pesquisas tem constatado o que estamos falando há algum tempo: que não é somente a pobreza que gera a violência, mas a falta de comprometimento com a palavra, com o sentido que cada um dá a sua vida. E isto é transmitido de geração a geração.

A mesa foi composta pela Advogada Dra. Margareth de Souza ,Coordenadora da Subcomissão de Segurança Pública da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Dra Eunice Aparecida de Jesus Prudente, Advogada e Secretária Adjunta da OAB/SP, Dr. Alexandre Trevizzano Marin, Advogado e Acessor Executivo da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Andreneide Dantas, Psicanalista , Coordenadora de cursos do Instituto Tempos Modernos e Diretora da Clínica Escuta Analitica e Joaceri Merlin ,Psicanalista, Coordenadora de cursos do Instituto Tempos Modernos ,que proferiram as conferências.

Dentre os participantes esteve presente advogados , policiais, psicólogos, psicanalistas, estudantes de psicologia, Direito e Jornalismo.

O debate que segui-se às conferências foi bastante proveitoso e dentre as questões mais debatidas, destacou-se o interesse em saber como os pais podem colocar limites em seus filhos e neles próprios ,para que possam crescer ajustados e estruturados, o que podemos ler como responsáveis pelo que dizem e fazem.
Aceitando o fato de que somos humanos e temos limites, podemos viver de uma outra forma, mas para isso é preciso que saibamos o que dizemos.

Este trabalho foi gravado em vídeo conferências e é itinerante.
Esteve em dezembro no Centro Cultural Vergueiro e em Breve estará no metrô SP e viajará para cidades vizinhas.

As datas e locais do Painel: A resposta do Inconsciente à Violência - A subjetividade da Criança através da escuta e dos Desenhos será publicado neste Site.

Abaixo seguem algumas publicações sobre o trabalho:

Resposta do Inconsciente Infantil à Violência

A Subcomissão de Segurança Pública da CDH da OAB-SP realizou, em parceria com o Instituto Tempos Modernos, em Louveira, interior do Estado de São Paulo, um painel dirigido a professores da Rede Municipal de ensino da região, que contou com a presença de mais de 160 profissionais. A Organização ficou a cargo da Subcomissão e da Secretaria de Cultura da cidade. O objetivo era fazer uma leitura psicanalítica dos desenhos e textos apresentados por crianças de 07 a 10 anos, matriculadas no ensino fundamental, moradoras em regiões violentas da capital.

O evento, proposto pela Subcomissão, visava, também, estimular professores de uma determinada escola a realizarem atividade como desenhos e redações com seus alunos sobre a frase: "João ficou triste...". Como esperado, cada trabalho trazia a visão do aluno sobre a sua vida.

Coube às psicanalistas Andreneide Dantas e Joaceri Merlin, membros da Sub-comissão e Diretoras do Instituto, realizarem a leitura psicanalítica, para que os profissionais entendessem a simbologia utilizada.

O painel mostrou que as crianças não estão alheias ao que acontece em casa, na escola e na rua. Elas enxergam e ouvem o mundo ao seu redor e, muitas vezes, por não encontrarem palavras que transmitam isso, ficam angustiadas. Isso pode ser constatado pelo comportamento das crianças que tornam-se mais agressivas, violentas, começam a ter dificuldades escolares, sintomas depressivos e até dependência de drogas.

Por isso, é importante que os adultos falem e escutem as crianças. Assim, elas poderão articular melhor o que vêem e escutam, abrindo a possibilidade para elas se posicionarem melhor em relação ao seu mundo: família, escola e grupo de amigos, o que reverterá em uma outra direção para a sua adolescência e vida adulta. O desenho é uma forma da criança "mostrar" o que não está conseguindo falar.

Margaret de Souza, coordenadora da Sub-comissão, informou que o painel foi criado com o objetivo de conscientizar as comunidades sobre a importância da subconsciente para conter a violência. A paletra poderá ser realizada, se solicitado o agendamento para a sua região. Para tanto, será necessário um contato com a Sub-comissão, através do telefone: 3116-1157 ou pelo e-mail: seg.public.cdh@aobs.org.br.

Matéria publicada no Informativo de Comunicação da Subcomissão
de Segurança Pública da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP
Ano I - No. 1 - Dezembro/2002


Atendimento Psicanalítico às Crianças em Situação de Rua

A Sub-comissão de Segurança Pública da CDH da OAB-SP e o Instituto Tempos Modernos fizeram uma parceria para o atendimento psicanalítico às crianças e adolescentes que vivem nas ruas. O obejtivo do trabalho é ouvi-las, entender um pouco a maneira como vivem, sua trajetória e o motivo que as levaram às ruas e devolvê-las uma perspectiva de vida.

O projeto começou no último mês de julho, com uma trabalho de escuta feito por um membro da Sub-comissão, a educadora edith M. Barreto Ferreira, que já desenvolve esse trabalho há algum tempo. Num primeiro momento, houve resistência por parte delas, justamente porque a análise desencadeia os medos internos que normalmente estão escondidos e começa a nos mostrar a realidade em que vivemos.

Na maioria dos casos levantados, as relações familiares dessas crianças eram conturbadas, não desfrutavam de um ambiente seguro e sofriam violência tanto física como verbal. Ou seja, não tiveram uma estruturação psíquica favorável para mantê-las longe da criminalidade.

Para elas, sobreviver é sair pedindo ou tirando de outras pessoas nas ruas, o que não pode desfrutar para se manter. Tornando-se delinquentes, pedintes, usuários de drogas, agressivos, etc.

A falta de garantias básicas para o seu desenvolvimento, como: alimentação, banho, educação, recreação e, principalmente, de atenção, e o abandono familiar resultam, inclusive, na perda da noção do tempo. Ou seja, não sabem dizer qual o dia, mês e ano que estão vivendo, quanto tempo estão nas ruas e muitas, inclusive, esquecem até seu sobrenome, sua principal ligação familiar.

Com o atendimento psicanalítico, tanto a Sub-comissão da OAB como o Instituto Tempos Modernos pretendem oferecer um dispositivo para quebrar a barreira existente entre a sociedade e esses jovens e criar uma perspectiva para suas vidas. E o fato delas começarem a ser ouvidas, entendidas e amparadas, possibilitará que passem a se organizar psiquicamente e serem responsáveis por seus desejos e atos. Passando, assim, a não mais se classificarem como "pobres coitadas", mas como pessoas que podem ter um destino diferente.

Matéria publicada no Informativo de Comunicação da Subcomissão
de Segurança Pública da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP
Ano I - No. 1 - Dezembro/2002

 


Repercussão da Exposição feita na sede da OAB

Alunos de escola pública mostram seu/cotidiano em exposição na sede da OAB


Em uma ou outra folha qualquer de papel, o desenho de um sol amarelo surge esporadicamente. Mais constantes, em vez da cena bucólica sugerida em Aquarela, de Toquinho, são retratos nem um pouco inocentes da violência, desenhados por alunos de escola pública na periferia da capital.

As crianças, com idades entre 7 e 10 anos, mostraram em figuras e redações problemas presentes em seu cotidiano, como a criminalidade e o alcoolismo.

Os trabalhos ficam expostos hoje na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Foram selecionados 54 textos e ilustrações entre mais de 200, feitos no começo do ano, sobre o tema sugerido por uma psicóloga. O trabalho dá continuidade ao mapeamento dos pontos de drogas na Cracolândia, no centro, desenvolvido pela Subcomissão de Segurança Pública da Comissão de Direitos Humanos da OAB.

As crianças contaram por que "João" ficou triste. Acabaram mostrando as cenas de dor e violência a que elas próprias são submetidas, geralmente dentro de casa. "Foi como um processo artístico. Elas trabalham a frase 'João ficou triste' na terceira pessoa, mas falando de si mesmas", explica a psicanalista Joaceri Merlin, uma das duas profissionais que traduziram os desenhos e redações.

Poucas crianças citaram cenas como uma queda acidental ou uma falta num jogo de futebol. A maioria lembrou brigas, surras do pai alcoolizado ou o irmão que assaltou a família para comprar drogas. Uma ilustração mostra um homem disparando contra o animal de estimação do filho. O trabalho tem a legenda: Na Páscoa meu pai matou meu coelho com um tiro.

"A violência passa a ser banal, cotidiana. E isso se estende de geração para geração", alerta a psicanalista Andreneide Dantes, que também fez a leitura dos trabalhos. Como solução, as especialistas apontam a reestruturação familiar, por meio de centros de atendimento, e palestras em empresas e escolas.


Alcoolismo - Na maioria dos textos e desenhos, o pai de "João" é alcoólatra. Chega em casa bêbado e bate no filho. "É um problema maior do que se imagina", diz a coordenadora da subcomissão da OAB, Margaret de Souza.

Um dos garotos contou que "João" ficou triste porque apanhou dos pais sem razão. A vizinha viu e chamou a polícia. A mãe e o pai agressores foram levados para a delegacia. Em outra redação, João pergunta por que o pai bebeu.

- Não te interessa!, responde o pai.

- Lógico que me interessa.

- Ora, agora você vai apanhar!, fala o pai.

A exposição A Resposta do Inconsciente à Violência - A Subjetividade da Criança através da Escrita e dos Desenhos será itinerante. O Metrô está em contato com a OAB para abrigar os trabalhos. "Também vamos mostrar os resultados para as Secretarias estaduais e municipais de Saúde e Educação", afirma Margaret. Na abertura, ontem, às 14 horas, especialistas debateram o trabalho. "O fundamental é constatar que as crianças não são alheias à violência", afirma Andreneide. (Iuri Pitta)

Fonte: O Estado de São Paulo - Edição de 29/11/2001

Trabalhos Infantis revelam a Violência

Uma exposição para aqueles que menosprezavam a visão das crianças sobre as coisas. Assim pode ser considerada a exposição "A Resposta do Inconsciente à Violência", realizada hoje e amanhã pela comissão de Direitos Humanos da seção São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB - SP), no Espaço Cultural da OAB.

O evento tem como objetivo mostrar os desenhos e redações de crianças de 7 a 10 anos que vivem na periferia e convivem com a violência.

Através de uma pesquisa nomeada "A Subjetividade da Criança Através da Escuta e do Desenho", a OAB, o Instituto Tempos Modernos e a Clínica Escuta Analítica concluíram que, independente da idade, as crianças estão atentas a tudo que lhes é mostrado e falado. Como não têm palavras para se expressar, acabam ficando angustiadas.

Segundo a coordenadora da Subcomissão de Segurança Pública da OAB - SP, Margaret de Souza, a principal idéia é chamar a atenção dos pais, professores e da sociedade para esse fato.

"A criança demonstra na sala de aula o que passa em casa, nas ruas e na própria escola. Ela ouve e vê muitas coisas, mas não tem como se expressar, ficando angustiada e a beira do precipício do círculo vicioso", diz Margaret.

A exposição percorrerá outras cidades para alertar sobre esta realidade e, ao mesmo tempo, sensibilizar as secretarias dos estados e dos municípios para continuar com esse trabalho.

"A Resposta do Inconsciente à Violência" estará aberta das 14h às 20h30, no Espaço Cultural da OAB, que fica na Rua Senador Feijó, 143, 1o. andar, Bela Vista, no Centro.

Murilo Montiani - Jornal Diário de São Paulo - 28/11/2001


Professores Louveirenses participam de palestra com psicanalista

A fim de enriquecer, ainda mais, a qualidade do corpo docente de Louveira, a Secretaria Municipal de Educação promoveu - na última semana, no Salão Paroquial da Igreja "Nossa Senhora Mãe dos Homens", localizada no Bairro Santo Antônio - uma interessante palestra.

Intitulada "A Resposta do Inconsciente à Violência", a palestra foi ministrada pela psicanalista Andreneide Dantas, membro do Instituto "Tempos Modernos", por meio da Subcomissão de Segurança Pública da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem de Advogados do Brasil), da seção do Estado de São Paulo.

Em Pauta - No decorrer do encontro, que reuniu mais de 160 professores da rede municipal de ensino de Louveira, a psicanalista falou a respeito da subjetividade das crianças, comprovada através da verificação de seus desenhos. "Eles representam o corpo psíquico das crianças e demonstram como andam suas estruturas familiares. Muita coisa pode ser dita por meio de um simples desenho, por isso, é importante saber interpretá-lo", afirmou.

Além disso, a palestrante fez questão de ressaltar que é imprescindível que os adultos e, especialmente, os professores, tenham a capacidade de saber falar e escutar as crianças.

Resultados Positivos - Para a secretária municipal de Educação, Sônia Tarallo, o resultado do evento foi extremamente positivo, na medida que retratou um assunto muito interessante e constantemente presente na sala de aula.

"Agradeço a oportunidade que nos foi dada pela OAB, de possibilitar a melhor instrução de nossos professores, através da abordagem de importantes informações", finalizou.

Fonte: Jornal Folha de Louveira - 23/02/2002


Algumas Parcerias

Colégio Estadual Oswaldo Aranha- 1999
Após o impacto de fatos violentos nas dependências do Colégio, iniciamos um projeto Grupo de Discussões com alunos, professores e coordenadores e Palestras para pais, professores e alunos.

O trabalho foi desenvolvido durante 1 ano com encontros semanais de 1 hora e meia de duração.
Escutar estes professores alunos e pais possibilitou a emergência de conflitos que estavam abafados e portanto, difíceis de ser solucionados.

O trabalho apresentou resultados rápidos e positivos como a diminuição da agressividade e o desenvolvimento de trabalhos culturais e artísticos que mobilizaram alunos e professores.

"A Escola sozinha não conseguia resolver o problema e era necessário ajuda de especialistas."

"Notou-se grande mudança de postura em diversos casos atendidos."

"O Colégio Oswaldo Aranha, no ano 2000, prosseguirá com os trabalhos desenvolvidos no seu projeto pedagógico, ressaltando a suma importância da permanência do apoio e parceria com o Instituto Tempos Modernos"

Argia G.F.B.da Silva - Vice diretora
Ana Silvina I.S.Bassoi - Vice diretora
Fábio Smigelkos - Diretor da Escola

Estamos promovendo parcerias com empresas e órgãos não governamentais para estender este trabalho a outras escolas e prosseguir no Colégio Oswaldo Aranha.

Se sua escola ou empresa tiver interesse em trabalhar os assuntos abaixo relacionados, por favor, entre em contato com nossa Secretaria pelo telefone: (0xx11) 3887-9462 ou clinica@escutaanalitica.com.br

Temas Apresentados

  • Stress
  • Alcoolismo
  • Dependência de drogas
  • Sexualidade
  • Depressão
  • Dificuldades escolares - Quais suas causas?
  • Violência
  • Limites- A importância para o crescimento das crianças
  • Hiperatividade
  • Depressão
  • Doenças psicossomáticas

Saiba mais sobre os eventos anteriores realizados pela Escuta Analítica.

Alguns Trabalhos Realizados

  • PALESTRA: Adolescência, Drogas e DST - ESCOLA OSWALDO ARANHA em 1999
  • PALESTRA: Sonhos - 22/07/1999 - INSTITUTO TEMPOS MODERNOS PARA A COMUNIDADE
  • PALESTRA: Dificuldades Escolares - Durante ano de 2000
  • PALESTRA: Psicossomática - 25/03/ 2000
  • PALESTRA: Sexualidade - 27/04/2000
  • PALESTRA: Dificuldades Escolares - 24/05/2000 e 31/05/2000
  • PALESTRA: Drogas - Toxicomanias e Alcoolismo - 14/06/2000

Participaram estudantes psicólogos, advogados, médicos, fisioterapeutas, professores, psicólogo, fonoaudiologos e acomunidade.

  • PALESTRA: Das Drogas à Esquizofrenia - 04 de Julho de 2001 - OAB / SP
  • PALESTRA: Drogas - Principais Causas e Dificuldades para o Sucesso dos Programas de Prevenção a Droga - 18 de julho de 2001 - OAB / SP.
  • CURSO DE ORIENTAÇÃO PSICANALÍTICA PARA EDUCADORES - Realizado no NÚCLEO PARCEIROS DA CRIANÇAS - HELIÓPOLIS em julho de 2000.
  • PALESTRA: Sobre os Sonhos - 16 de agosto de 2001 - Associação dos Servidores do Tribunal de Contas do Município de São Paulo.
  • Cinema e Psicanálise - durante todo o ano de 2001
    Objetivo
    : Sócio - Educativo e Cultural
    Apresentação de filmes seguida de debates sobre temas difíceis de abordar e que o cinema mostra com muita clareza, permitindo aos psicanalistas fazer uma leitura profunda da verdade ali explicitada.
    Realizado para estudantes, professores e comunidade, abrindo espaço para que falem, discutam e possam lidar melhor com as problemáticas levantadas e melhor esclarecer e orientar seus alunos, filhos e pacientes.
  • PALESTRA: O que é Psicanálise - 04/10/2001
  • PALESTRA: Psicanálise e Educação - 26/10/2001
  • PALESTRA: As Formações do Analista - 07/12/2001